No mês passado, escrevemos um conteúdo muito bacana sobre mentiras que te contaram a respeito do Vape. O artigo de hoje aborda mais uma polêmica relacionada ao mundo do vapor: afinal, vape pode causar câncer?

Se quer saber mais sobre o assunto, continue a leitura que explicamos tudo!

Desinformação sobre vapor do vape é um problema sério

Infelizmente, como já vimos por aqui, existe uma narrativa um tanto quanto enviesada quando o assunto é vape. Embora tenhamos estudos que expliquem muito bem os impactos dos cigarros eletrônicos para os usuários, pessoas contrárias ao produto seguem firme disseminando informações imprecisas que podem confundir aqueles que não conhecem direito o vape.

Essa situação se torna ainda mais grave quando fumantes ficam receosos de trocar o cigarro tradicional pelo eletrônico, duvidando se de fato, essa substituição é positiva.

Em tempo: confira nosso artigo de cigarro tradicional x cigarro eletrônico.

O que os estudos dizem sobre o vape?

Em 2019, um estudo do Dr. William E Stephens, intitulado “Comparing the cancer potencies of emissions from vapourised nicotine products including e-cigarettes with those of tobacco smoke” (em tradução livre “Comparando as potências de câncer das emissões de produtos de nicotina vaporizados, incluindo cigarros eletrônicos, com as da fumaça do tabaco”); trouxe à tona a discussão do vapor do vape causar ou não câncer.

Na pesquisa, Dr. William compara os níveis cancerígenos do vapor dos cigarros eletrônicos, fumaça do tabaco e a fumaça derivada da tecnologia “Heat-not-Burn” (aquecimento sem queima do tabaco).

Depois de milhares de testes com inúmeros dispositivos diferentes, a equipe concluiu que os vapes são menos cancerígenos entre as três opções, com menos de um por cento.

E não para por ai!

Outra pesquisa, conduzida pelo Dr. Maciej Goniewicz de Nova Yorke, determinou que os fumantes que passam a utilizar o vape podem reduzir imediatamente a sua exposição cancerígena em até 57% nos primeiros sete dias após a mudança. Depois de duas semanas, o número passa para 63%.

Cuidado com informações equivocadas

Os estudos apontados acima são muito importantes, pois servem para desmascarar pesquisas mal intencionadas.

Por exemplo, em 2015, um estudo da Portland State University afirmou que os principais riscos atrelados ao uso do vape eram as carbonilas produzidas acidentalmente quando o produto era vaporizado em temperaturas excessivamente altas.

Entretanto, após a publicação deste estudo, inúmeros estudiosos aprofundaram na polêmica.

O que descobriram?

Simples: os estudos de Portland foram baseados na vaporização do produto em uma temperatura impossível de ser usada por uma pessoa. Dessa forma, o dispositivo usado queimou sua bobina metálica, atomizador e pavio, produzindo involuntariamente um vapor cheio de aldeídos.

Pouco tempo depois, em 2017, o Dr. Konstantinos Farsalinos quebrou esse estudo ao replicar o experimento usando temperaturas adequadas. O resultado? Nada foi constatado.

Como vimos, informação é tudo na vida. Se está interessado em entrar no mundo do vape, leia bastante! O nosso blog está repleto de conteúdos bacanas sobre vapor e muito mais.

Nos vemos no próximo artigo!